Monte de Adoração

Paulo Moral & Cecília Moral

PQGP 23 – Interpretando a Bíblia Hoje 1 – Introdução

A Bíblia foi escrita por 40 pessoas em um período de 1500 anos. Não há um só manuscrito original, mas milhares de documentos arqueológicos, cópias, guardadas e organizadas pela Igreja na história e utilizadas nos diversos consílios para que, com a direção do Espírito Santo, o Canon fosse formado.

Estamos a 2000 anos dos últimos escritos.

Leve em conta que 100% do que foi escrito nesses 1500 anos tinha um sentido e uma aplicabilidade no tempo que foi escrito, mesmo que fosse para abençoar a fé e a esperança falando de coisas que Deus faria só no futuro.

Deus respeitou cada pessoa que usou para registrar Suas revelações, seja cultura, língua, tecnologia, e todo contexto sociológico e histórico.

Se não respeitarmos o que Deus sempre respeitou na interpretação de Sua Santa Palavra, conjugando transpiração e inspiração, técnica e oração, labor e iluminação, correremos o risco de fabricarmos um deus estranho e criarmos dogmas humanos que nos farão sofrer e nos aproximar do inferno.

Existem várias linhas de interpretação Bíblica que pretendo compartilhar, mas vamos devagar.

Veja um estudo do Pr. Isaltino sobre Interpretação Bíblica. Serão vários artigos. Vai te abençoar certamente.

Boa leitura.

 

Interpretando a Bíblia Hoje

Autor: Isaltino Gomes Coelho Filho

Introdução

Há uma terrível mistura doutrinária no cenário evangélico contemporâneo. Isto é tão óbvio que dizê-lo soa banal. Mas tenho que começar por aqui. A multiplicidade de igrejas autônomas, isto é, desvinculadas de qualquer denominação, sem quaisquer outras como parâmetro, e cultivando uma postura monárquica e arrogante (“Deus nos levantou como único porta-voz da sua Palavra”) liquidou a possibilidade de uma interpretação bíblica no cenário evangélico que se possa chamar de uniforme. Tempos atrás recebi um e-mail zangado de uma pessoa que discordava de uma interpretação que fiz no Antigo Testamento. Discordar de mim é um direito e é até normal. Mas o que me intrigou foi o título que a pessoa se atribuiu: “rabino judaico-cristão”. Em resposta a ele apenas perguntei o que era um “rabino judaico-cristão” e quem era Jesus para ele. Não me veio resposta.

Usa-se muito a Bíblia, mas isso não é garantia alguma de que o usuário está certo. Isto traz certa confusão, pois estão acontecendo muitos equívocos na interpretação bíblica que desnorteiam nossas igrejas, tanto na doutrina como na prática. Neste trabalho quero abordar alguns aspectos que nos ajudarão a entender um pouco mais esta questão.

1. O Mau Uso da Bíblia (próximo artigo)

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22 de julho de 2011 - Posted by | Kerigma

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